TV Paracatu lança novo site - O site foi desenvolvido
pela Ada On Line. Todo conteúdo é fornecido
pelo Departamento de Jornalismo da emissora que quer, com
a nvoa página, estabecer um novo canal de comunicação
com o público da região. A interatividade é
o destaque do site. O internauta pode sugerir pautas para
os programas, escolher temas para a programação
do final de semana ou ainda votar na enquetes sobre a cidade.
Os resultados influenciarão diretamente na programação
que vai ao ar. Em "Destaques" , temas locais e nacionais
estarão em destaque, como as manifestações
promovidas pelo Movimento dos Trabalhadores sem Terra e a
questão da reforma agrária na região,
um dos assuntos discutidos no último TVP Rural. A página
também apresenta informações sobre Turismo
e Economia, Cultura e Educação, as afiliadas
da REDEMINAS no Noroeste e links para os principais sites
com serviço de notícia, na região. Além
das informações sobre a história e as
características dos programas produzidos e gerados
em Paracatu o internauta pode conferir a programação
da REDEMINAS. Na página da TV Paracatu na internet
o internauta também poderá acompanhar tudo que
está sendo programado para comemorar os 10 anos da
emissora, como lanaçamento do inter programa "10
são 10" e a volta do programa OPINIÃO REGIONAL.
Para navegar no site da TV Paracatu, basta acessar www.ada.com.br/tvp.
Fonte: Jornalismo TVP
Provas
do Concurso Público da Copasa serão aplicadas
no dia 25 - No próximo dia 25 de abril estarão
sendo realizadas as provas do concurso público da
Copasa, que oferece 118 vagas para os cargos de analista
e agente de saneamento em Minas Gerais. No Noroeste, as
provas serão aplicadas em Paracatu. No estado, os
locais de prova incluem Belo Horizonte e as demais cidades
sede de distritos operacionais da empresa: Alfenas, Almenara,
Araxá, Caratinga, Caxambu, Conselheiro Lafaiete,
Curvelo, Diamantina, Divinópolis, Frutal, Governador
Valadares, Ipatinga, Itajubá, Janaúba, Januária,
Lavras, Leopoldina, Montes Claros, Patos de Minas, Ponte
Nova, Pouso Alegre, Salinas, São Francisco, São
Sebastião do Paraíso, Teófilo Otoni,
Ubá e Varginha. A data, o horário e o local
de realização das provas constam do Cartão
de Informação que o candidato vai receber,
pelos Correios, até no máximo cinco dias antes
da data de realização das provas. Caso não
receba este documento até a esta segunda-feira (19),
o candidato deverá entrar em contato com a FUMARC,
no Campus da PUC-Minas, à Av. Dom José Gaspar,
500 - Prédio 30 - Sala 105, no bairro Coração
Eucarístico, em Belo Horizonte ou telefonar para
(0xx31) 3375-6000
Fonte: Jornalismo TVP
Minas
lidera ocupação dos novos mercado da carne
- A abertura dos mercados internacionais para as carnes
de frango, peru, bovinos e suínos, depois da ocorrência
da doença da Vaca Louca nos Estados Unidos e da Influenza
Aviaria ou gripe do frango na Ásia, beneficiou os
produtores mineiros. Os reflexos começaram a aparecer
nos municípios tradicionais na criação
de gado de corte, na região Noroeste, como é
o caso de João Pinheiro, Paracatu e Unaí.
Levantamento realizado pela Superintendência de Economia
Agrícola da Secretaria de Agricultura, Pecuária
e Abastecimento, com base nos negócios realizados
no primeiro bimestre deste ano, mostra que o crescimento
relativo das exportações mineiras no segmento
da carne foi superior à média dos negócios
realizados pelo conjunto dos produtores brasileiros do setor,
quando se toma janeiro/fevereiro de 2003 como base da comparação.
A soma das exportações dessas carnes em Minas,
em janeiro/fevereiro, foi 125,2% maior em valor e cresceu
66,4% em toneladas relativamente ao mesmo período
do ano passado. No quadro geral das exportações
de carne no Estado, em janeiro/fevereiro de 2004, destacam-se
os suínos, que possibilitaram receita de US$ 4.132
mil, contra US$ 1.254 mil no primeiro bimestre de 2003,
ou variação de 229,5%. Houve um salto no volume
exportado de 826 toneladas para 2.856 toneladas no período
anterior, ou seja, crescimento de 245,8%. São também
compensadores os negócios com a carne de bovinos
de Minas no mercado internacional. A receita das exportações
nesse segmento, em janeiro/fevereiro deste ano, subiu a
US$ 4.825 mil, contra US$ 1.872 mil no primeiro bimestre
do ano passado, ou evolução de 157,8%, com
aumento no volume colocado no exterior de 1.246 toneladas
para 2.796 toneladas, ou variação de 124,4%.
As exportações de perus dos criatórios
mineiros tiveram crescimento de 1.333 toneladas para 2.717
toneladas. Portanto, houve aumento de 103,8% e o valor do
produto exportado subiu de US$ 1.642 mil para US$ 4.573
mil, ou evolução de 178,5%. No quadro das
exportações mineiras de frangos, a Superintendência
de Economia Agrícola da Seapa destaca que o volume
cresceu de 6.775 toneladas para 8.575, portanto mais 26,6%.
O valor das exportações subiu de US$ 4.098
mil para US$ 6.437 mil. De acordo com o levantamento feito
pelos economistas da Seapa, na comparação
de preço por tonelada entre o primeiro bimestre do
ano passado e o mesmo período deste ano, nota-se
também evolução destacando-se as exportações
de perus, cuja tonelada era cotada em US$ 1.232 e subiu
para US$ 1.683, ou variação de 36,6%. As exportações
de frangos foram beneficiadas por aumento da cotação
de US$ 605 para US$ 751 a tonelada. Nos negócios
com bovinos no mercado internacional, a cotação
da tonelada subiu de US$ 1.502, no primeiro bimestre de
2003, para US$ 1.726 no primeiro bimestre deste ano. Houve
retração de 4,6% no preço por tonelada
de suínos, ou seja, de US$ 1.518 para US$ 1.447,
porém compensada no volume exportado, que foi cerca
de três vezes e meia maior.
Números
do Brasil - As exportações brasileiras
de frango, bovinos, suínos e perus no primeiro bimestre
deste ano somaram 526.824 toneladas, no valor de US$ 706.055
mil, contra 507.065 toneladas e US$ 524,334 mil nos meses
de janeiro e fevereiro de 2003. O crescimento da soma desses
segmentos foi de 3,9% para o volume exportado e de 34,65%
para a receita obtida com as exportações dessas
carnes. No caso dos suínos, a análise das
exportações globais do país mostra
queda de 22,3% no volume e de 4,16% no valor dos negócios.
Os economistas da Seapa destacam, no levantamento, a evolução
das exportações de frangos, que alcançaram
341.522 toneladas contra 319.923 toneladas no primeiro bimestre
do ano passado, com crescimento de 6,8%. O valor das exportações
nesse segmento subiu de US$ 245.202 mil para US$ 342.510
mil, registrando, portanto, crescimento de 39,7%. O levantamento
mostra, ainda, que as exportações brasileiras
de carne de suínos caíram de 44.902 toneladas
para 34.874 toneladas, com redução de 22,3%,
e o valor dos negócios nesse segmento teve redução
de US$ 52.697 mil para US$ 50.505 mil, portanto redução
de 4,16%. Destaca-se no estudo a exportação
brasileira de perus, que alcançou o volume de 18.407
toneladas contra 13.832 toneladas em janeiro/fevereiro deste
ano contra 13.832 toneladas no mesmo período de 2003.
O valor das exportações dessa ave subiu de
US$ 17.109 para US$ 32.624.
Suinocultura
- Minas Gerais é o quarto maior produtor de carne
suína do país, com mais de 18,3 milhões
de cabeças criadas em 14 regiões, desde o
Norte, passando pelo Centro Leste e Oeste, até o
Alto Paranaíba, Triângulo e o Sul de Minas.
São 853 criadores que exploram a atividade em 1.777
granjas onde se encontram 162,4 mil matrizes. O maior número
de produtores está na Zona da Mata (Ponte Nova e
Juiz de Fora), onde 106 criam 55 mil matrizes em 400 granjas.
A maior concentração de cevados, porém,
está na região Centro Leste (Belo Horizonte),
com um total de 5,2 mil cabeças criadas em 111 granjas.
Na região de Pará de Minas concentram-se 15,2
mil matrizes em 246 granjas. No município de Ponte
Nova, na Zona da Mata, funciona há quatro anos um
frigorífico com capacidade de abate de 850 cabeças/dia.
O produto industrializado é comercializado na Região
Metropolitana de Belo Horizonte, alcançando ainda
as principais praças do Estado e da região
sudeste do Brasil. No início de 2004, os suinocultores
que utilizam as instalações do frigorífico
iniciaram exportações de cortes congelados
para os mercados da Europa, Estados Unidos e Ásia.
Levantamentos feitos pelo Instituto Brasileiro de Geografia
e Estatística (IBGE) indicam que existem nos estados
do Sul cerca de 12,95 milhões de suínos, representando
34,72% do rebanho brasileiro. No Nordeste, 8,69 milhões
de cabeças. No Sudeste há 7,1 milhões,
no Centro-Oeste 5,9 milhões e no Norte há
2,85 milhões de cabeças.
Consumo
- A carne suína e derivados são consumidos
basicamente pelo mercado interno, com muito pouca exportação,
cerca de 6,5% da produção brasileira. Consome-se,
no país, 30% de carne in natura e 70% de carne industrializada
e isto, segundo as últimas análises, faz com
que os preços sejam altos e o consumo reduzido. -
A Associação Brasileira de Criadores de Suínos
vem realizando um trabalho de marketing para aumentar o
consumo per capita dos produtos da suinocultura. De acordo
com a entidade, o brasileiro está consumindo 11 kg/ano,
enquanto a média mundial é de 14,52 kg/ano
e, na Europa, está acima dos 40 kg. Um estudo realizado
pela ABCS indica que, no Norte do Brasil, o consumo de carne
suína é de 3,5 kg/habitante. No Nordeste chega
a 5,5 kg hab e no Centro-Oeste, 12 kg/hab. Na região
Sudeste chega a 14,4 kg/hab e no Sul é de 19 kg /pessoa.
Bolsa
de suínos - Para facilitar a comercialização
do suíno/vivo, os produtores contam com a Bolsa de
Suínos instituída pela Associação
dos Suinocultores de Minas Gerais, que funciona no Parque
da Gameleira, em Belo Horizonte. Toda quinta-feira, às
16h30, os interessados em vender através da Bolsa
se reúnem e discutem preços, custos e demais
despesas. Às 18 horas, com a participação
dos empresários donos de frigoríficos, outra
reunião debate o preço final que tem duração
de uma semana para o quilo do suíno/vivo posto no
frigorífico. O preço não sofre muita
alteração entre uma semana e outra e no momento
o quilo do suíno/vivo é de R$ 2,30. Fonte:
Portal Minas